• Finanças,  Vida

    Os sapatos atuais estão com menos qualidade?

    De uns tempos para cá, tenho notado como vários sapatos meus estão estragando rapidamente. Achei que fosse algum caso isolado, mas os sapatos estragados estão se alastrando no meu armário.

    Diante disso, fica a dúvida: a qualidade dos calçados está cada vez pior ou eu que estou pisando muito errado? Prefiro acreditar na primeira opção. Não acho que eu saia por aí chutando o chão a todo momento.

    Sapatos sem qualidade

    Parece que os calçados atuais foram desenvolvidos para serem usados apenas sobre superfícies extremamente planas e lisas ou com carpete / tapete. Ou então eu tenho que andar como se estivesse pisando na lua, sabe?

    Eu ando mais disposta a comprar peças de qualidade, mesmo que tenham um custo um pouco mais elevado, mas que durem mais. No caso dos sapatos, parece que essa equação não funciona.

    O último estrago foi uma bota. Eu tinha uma botinha preta de cano curto e um pequeno salto embutido que eu adorava. Depois de alguns anos de uso, ela já estava bem judiada e achei por bem me desfazer dela. Como era uma bota muito versátil, quis comprar outra semelhante.

    Não saí e comprei a primeira bota que vi pela frente. Pesquisei, fui a algumas lojas, experimentei e finalmente escolhi uma. Paguei R$ 229,00, o que não considero barato. Na primeira usada, raspei, de leve, o pé no chão do estacionamento do meu prédio e pronto! Botinha arranhada na primeira usada.

    Eu considero que ando / piso normal. Agora os calçados não podem sobreviver a uma pisada um pouco mais brusca? Sou uma pessoa que procura consumir conscientemente. Estou cada vez mais consciente, mas assim fica difícil. Estou me vendo obrigada a trocar certos sapatos regularmente ou então andar com um visual desleixado.

    Isso tem acontecido com vocês também? Têm alguma dica de marca cujo custo benefício valha a pena?

  • Vida

    Final de semana em São Paulo

    Na primeira semana de julho, meu marido precisava ir para São Paulo fazer uma prova da pós que ele fez à distância. Como estávamos de férias, fomos na sexta e aproveitamos para dar uma passeada até domingo.

    Alugamos um flat pelo Airbnb, pois achamos que estava compensando mais que hotel. O apê era bem pequeno, mas muito bem localizado, na rua Bela Cintra. Dava para ir a pé para a Paulista, fazendo uma caminhada e aproveitando para conhecer mais a região.

    Na sexta, fomos jantar no Eataly, que eu estava curiosa para conhecer. Sair para comer é o programa preferido meu e do meu marido. O Eataly fica na Avenida Juscelino Kubitschek, e abre tanto no almoço quanto no jantar. É um espaço que concentra um mercado com produtos gourmets e alguns restaurantes.

    Eataly São Paulo

    Escolhemos o restaurante La Pasta, especializado em massas, que era o mais lotado, mas a fila de espera foi rápida. Meu marido comeu um rigatoni com polpetini  (massa em formato de anel com molho vermelho e almôndegas). Eu comi um espaguete à carbonara  (bacon e gema de ovo). Os dois pratos estavam uma delícia, mas estranhamos o ponto das massas. Achamos um pouco duro comparado com o que estamos acostumados. Pratos bem servidos, com preço ao redor de 45 reais cada. Além das massas, havia pizzas individuais no cardápio.

    Depois passamos na confeitaria, que fica no térreo. Comi um doce por 15 reais. Não lembro o nome, era um doce de chocolate, com camadas. O design era lindo e o sabor era gostoso, mas não sensacional. Havia várias outras opções na mesma faixa de preço, todos parecendo verdadeiras obras de arte. Também há um quiosque que só serve sobremesas com Nutella e também um quiosque de cannolis, mas não havia mais espaço em mim para experimentar nada. Resumindo, adorei!

    Sobremesa quadrada de chocolate

    No dia seguinte, fomos passear na Liberdade. Lá você encontra lojinhas com produtos japoneses, restaurantes chineses e japoneses, várias lojas de maquiagem e de coisas fofinhas e a famosa feirinha da Liberdade, que acontece aos finais de semana. A novidade que tinha lá era a loja Bubble Kill, especializada em bebidas com bubbles que estouram na boca. Você escolhe uma base (água, leite, yakult, chá verde ou chá preto), aí escolhe um sabor de fruta e um sabor para ass bubbles. Escolhemos água + blueberry + bubble morango. O copo pequeno custa R$ 12,00. Achei a bebida muito gostosa, porém esperava mais das bolhas.

    Além disso, aproveitamos para passear a pé pela rua Augusta e pela Avenida Paulista. Achei muito interessante um novo modelo de loja que encontrei na Augusta. É um conceito de loja compartilhada. O espaço é dividido em nichos. Cada nicho representa uma marca. Não há vendedores. Você escolhe o que quer e paga no caixa. Há produtos interessantes e de categorias variadas, bastante coisa artesanal e/ou de marcas pequenas. Tem desde itens de sex shop até cadernos. A maioria das coisas não é muito barata, mas são produtos diferenciados. Vi duas lojas assim. Uma se chama Fábrica Augusta, a outra não lembro o nome.

    Pessoas passeando na Avenida Paulista.

    De domingo, é gostoso passear na Paulista, pois a avenida é fechada para carros. Assim, o local é tomado por pessoas, inclusive crianças, e também pets. Artistas de rua aproveitam o público para mostrar seu trabalho.

    Eu queria ter ido na exposição do Castelo Rá-Tim-Bum, mas não sabia que tinha que comprar com bastante antecedência, aí já estava tudo esgotado pro final de semana.