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    Checklist de viagem para bebês

    Eu não me considero a louca das listas, mas acho muito útil em algumas situações para evitar esquecimentos. Uma das situações em que eu sempre faço uma listinha é antes de viajar. O checklist do que levar é essencial para não esquecer nada.
    E quando você tem um bebê em casa, a quantidade de coisas para levar parece infinita. Não dá para lembrar de tudo sem uma lista. Abaixo estão os meus itens essenciais para viajar com filho pequeno. Sugiro que você use a minha relação como base e monte o seu checklist viagem para bebês.

    Documentos

    • documento de identidade
    • cartão do SUS e/ou do plano de saúde
    • carteira de vacinação

    Higiene pessoal

    • fraldas
    • lenços umedecidos
    • algodão / cotonetes
    • pomada para assaduras
    • sabonete para bebê
    • escova de dentes / pasta de dentes

    Nécessaire

    • escova de cabelo
    • repelente
    • protetor solar
    • kit para cortar unhas
    • soro fisiológico (ou Maresis, Rinosoro, etc)
    • termômetro
    • remédios
    • álcool gel

    Enxoval

    • toalha de banho
    • paninhos de boca
    • manta
    • cueiro / fralda de pano
    • babadores

    Vestuário

    Meu filho está com 11 meses e suja bastante roupa. Se eu estiver em um local em que consiga ir lavando as roupinhas dele, 2 trocas por dia são mais que suficientes. Do contrário, prefiro calcular 3 trocas de roupa por dia para não passar aperto. Normalmente sobra, mas vai que…
    • bodies
    • calças
    • shorts
    • casacos
    • meias
    • sapato

    Alimentação

    • cadeirão de alimentação (o meu cadeirão é daqueles portátil, por isso eu levo)
    • comida
    • copo
    • bolsa térmica para levar as comidinhas

    Diversos

    • brinquedos
    • carrinho

    Depende do destino:

    • berço portátil
    • jogo de lençol
    • banheira

    Depende do clima:

    • gorros
    • roupa de praia
    • brinquedos de praia

    Checklist de viagem para bebês

  • Quantidade ideal de roupas para bebês
    Maternidade,  Minimalismo

    De quantas roupas um bebê precisa?

    Durante a minha gravidez, não sabia muito o que iria precisar quando meu filho nascesse. É muito fácil encontrar na internet aquelas listas enormes de enxoval com “tudo que você precisa”. Em relação às roupas, a lista era enorme: x bodies manga curta, x bodies manga longa, x calças etc etc.

    Se você está nessa fase da vida e quer saber de quantas peças de roupa um bebê precisa, sinto te desapontar, mas a resposta é: DEPENDE. Sim, depende do seu estilo de vida e, principalmente, da sua rotina de lavanderia.

    Para mim, o mais importante para definir a quantidade de roupas que meu bebê precisa é meu cronograma de lavanderia. Ou seja, tudo depende de com que frequência eu pretendo lavar e passar as roupinhas dele.

    Por exemplo, meu filho agora está com 10 meses. Ainda lavamos as roupinhas dele à mão, normalmente meu marido fica encarregado dessa função. As peças são lavadas diariamente.

    No entanto, as roupas costumam ser passadas apenas uma vez na semana. Portanto, precisamos de uma quantidade de peças que dure uma semana. Do contrário, eu terei que passar algumas peças na correria, ou usar algo sem passar mesmo.

    Sendo assim, meu conselho é o seguinte: compre o mínimo necessário antes de o bebê nascer. De preferência, compre só itens tamanho RN (polêmica) e P. Conforme você for vendo como funciona sua rotina, você faz os ajustes necessários e compra o que estiver faltando.

  • Maternidade,  Vida

    Privação de sono e saúde mental na maternidade

    Pessoa dormindo no sofá.
    Foto por Pixabay em Pexels.com

    Precisamos falar sobre saúde mental. Mais especificamente, precisamos falar sobre saúde mental na maternidade. Tenho um bebê de 10 meses. Ele não só não dorme à noite inteira, como no último mês passou por sua pior fase de sono. Todas as noites ele acordava 4 ou 5 vezes.

    Para quem já vinha de 9 meses de noites mal dormidas (ou até mais, se considerarmos que no final da gravidez as idas ao banheiro e o tamanho da barriga já atrapalhavam um pouco o sono), esse último mês foi a gota d´água.

    Eu senti na pele como a privação de sono afeta a nossa vida. O cansaço físico é apenas uma pequena parte dos prejuízos que nos assolam. O esgotamento mental e suas consequências são as piores partes da privação de sono.

    Eu me vi mais irritada e impaciente do que o normal. Qualquer coisa me dava vontade de chorar. Um copo de água que eu derramasse era motivo de desespero, não pela bagunça que eu teria que limpar, era só um desabafo por tudo que eu estava sentindo.

    Cansaço, irritabilidade, falta de disposição, vontade de chorar, stress, falta de concentração, falta de tempo. Não dava para fazer nada na minha vida além do estritamente necessário. Não dava para cuidar de mim, do meu casamento, do meu cachorro, ou até mesmo cuidar com mais disposição do meu filho. As horas de sono eram tão poucas que eu não podia abrir mão de nem um minuto sequer.

    A virada

    Fomos ao pediatra desesperados em busca de uma solução. Ele alertou que precisávamos mudar isso. Do contrário, em poucos meses eu teria que procurar a ajuda de um psiquiatra.

    O médico nos deu algumas orientações sobre o sono do nosso filho e nós colocamos em prática no mesmo dia. Não foi fácil. Hoje, uma semana depois, as coisas estão ficando mais tranquilas. A noite passada ele foi dormir às 19h45 e acordou só às 4h30 da manhã. Logo voltou a dormir e foi até às 6h40.

    Claro que ainda me sinto cansada, mas aos poucos a vida vai entrando nos eixos. Gente, isso é só um alerta. Se vocês estiverem passando por uma situação parecida, procurem ajuda. A privação de sono é algo muito sério e muito prejudicial em diversos aspectos da nossas vidas.