• Casa,  Organização

    Como montar sua lista de compras do mercado

    Lista de compras do mercado

    Sempre tive o hábito de fazer uma lista de compras antes de ir ao mercado. Eu fazia da seguinte forma: antes de sair de casa, olhava na despensa, via o que estava faltando e anotava no papel.

    No entanto, muitas vezes eu acabava esquecendo de colocar na minha lista aqueles itens que eu não comprava com tanta frequência. Os itens de consumo semanal eu sempre lembrava de anotar, mas os outros…

    Cheguei a baixar um aplicativo de lista de compras, mas não me adaptei. Então resolvi criar o meu próprio sistema. Para isso, fiz um arquivo no computador com minha lista de mercado (hoje esse arquivo fica no Evernote para que eu acesse facilmente tanto no computador quanto no celular).

    Antes de ir às compras, eu abro o arquivo e checo item por item. Vou conferindo se cada item marcado no documento está em falta em casa ou não. Anoto em um papel o que estiver faltando e, então, é só ir ao supermercado.

    Eu fiz uma lista personalizada de acordo com as minhas necessidades. Se eu não compro ketchup, por exemplo, na minha lista nem consta este produto. Assim, acabo economizando um tempinho evitando checar uma lista cheia de coisas que eu não consumo. Olha só como ficou a minha lista:

    Imagem da minha lista de compras do mercado

    E você, tem algum método para montar a sua lista de compras do mercado?

  • Quantidade ideal de roupas para bebês
    Maternidade,  Minimalismo

    De quantas roupas um bebê precisa?

    Durante a minha gravidez, não sabia muito o que iria precisar quando meu filho nascesse. É muito fácil encontrar na internet aquelas listas enormes de enxoval com “tudo que você precisa”. Em relação às roupas, a lista era enorme: x bodies manga curta, x bodies manga longa, x calças etc etc.

    Se você está nessa fase da vida e quer saber de quantas peças de roupa um bebê precisa, sinto te desapontar, mas a resposta é: DEPENDE. Sim, depende do seu estilo de vida e, principalmente, da sua rotina de lavanderia.

    Para mim, o mais importante para definir a quantidade de roupas que meu bebê precisa é meu cronograma de lavanderia. Ou seja, tudo depende de com que frequência eu pretendo lavar e passar as roupinhas dele.

    Por exemplo, meu filho agora está com 10 meses. Ainda lavamos as roupinhas dele à mão, normalmente meu marido fica encarregado dessa função. As peças são lavadas diariamente.

    No entanto, as roupas costumam ser passadas apenas uma vez na semana. Portanto, precisamos de uma quantidade de peças que dure uma semana. Do contrário, eu terei que passar algumas peças na correria, ou usar algo sem passar mesmo.

    Sendo assim, meu conselho é o seguinte: compre o mínimo necessário antes de o bebê nascer. De preferência, compre só itens tamanho RN (polêmica) e P. Conforme você for vendo como funciona sua rotina, você faz os ajustes necessários e compra o que estiver faltando.

  • Minimalismo,  Vida

    Assisti: Movimento Tiny House

    Tiny house branca com deck.

    Vi recentemente que a Netflix lançou uma série chamada “Movimento Tiny House”. De cara me interessei e em um final de semana maratonei a primeira temporada, que é o que foi disponibilizado por enquanto.

    A série traz um conceito de casas minúsculas que ainda não encontramos no Brasil, pois são casas móveis. Não são motor homes ou trailers, mas são micro casas que podem ser transportadas de um lugar para o outro, podem ser colocadas no quintal de uma casa maior, etc.

    Cada episódio mostra uma família e fala dos motivos pelos quais ela decidiu optar por uma tiny home. É muito interessante ver que com boas ideias e criatividade é possível otimizar ao máximo o pequeno espaço do lar. Há todo um mercado especializado em móveis multifuncionais e planejados para otimizar esses micro espaços. Além disso, a série também traz algumas dicas para quem precisa ou deseja reduzir a quantidade de coisas que possui.

    Particularmente, eu gosto bastante desse conceito de pequenos lares. Quando eu casei, fui morar em um apartamento de menos de 40 m2 em São Paulo. Eu adorava meu apê. É muito prático viver em um pequeno lar, fora que muitas vezes, acho que pode parecer até mais aconchegante. Alguém mais assistiu à série? O que acharam?

  • Maternidade,  Vida

    Privação de sono e saúde mental na maternidade

    Pessoa dormindo no sofá.
    Foto por Pixabay em Pexels.com

    Precisamos falar sobre saúde mental. Mais especificamente, precisamos falar sobre saúde mental na maternidade. Tenho um bebê de 10 meses. Ele não só não dorme à noite inteira, como no último mês passou por sua pior fase de sono. Todas as noites ele acordava 4 ou 5 vezes.

    Para quem já vinha de 9 meses de noites mal dormidas (ou até mais, se considerarmos que no final da gravidez as idas ao banheiro e o tamanho da barriga já atrapalhavam um pouco o sono), esse último mês foi a gota d´água.

    Eu senti na pele como a privação de sono afeta a nossa vida. O cansaço físico é apenas uma pequena parte dos prejuízos que nos assolam. O esgotamento mental e suas consequências são as piores partes da privação de sono.

    Eu me vi mais irritada e impaciente do que o normal. Qualquer coisa me dava vontade de chorar. Um copo de água que eu derramasse era motivo de desespero, não pela bagunça que eu teria que limpar, era só um desabafo por tudo que eu estava sentindo.

    Cansaço, irritabilidade, falta de disposição, vontade de chorar, stress, falta de concentração, falta de tempo. Não dava para fazer nada na minha vida além do estritamente necessário. Não dava para cuidar de mim, do meu casamento, do meu cachorro, ou até mesmo cuidar com mais disposição do meu filho. As horas de sono eram tão poucas que eu não podia abrir mão de nem um minuto sequer.

    A virada

    Fomos ao pediatra desesperados em busca de uma solução. Ele alertou que precisávamos mudar isso. Do contrário, em poucos meses eu teria que procurar a ajuda de um psiquiatra.

    O médico nos deu algumas orientações sobre o sono do nosso filho e nós colocamos em prática no mesmo dia. Não foi fácil. Hoje, uma semana depois, as coisas estão ficando mais tranquilas. A noite passada ele foi dormir às 19h45 e acordou só às 4h30 da manhã. Logo voltou a dormir e foi até às 6h40.

    Claro que ainda me sinto cansada, mas aos poucos a vida vai entrando nos eixos. Gente, isso é só um alerta. Se vocês estiverem passando por uma situação parecida, procurem ajuda. A privação de sono é algo muito sério e muito prejudicial em diversos aspectos da nossas vidas.